À grande Fernando Santos!

Julho 27, 2006

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Dedicado ao meu amigo Moscavide, “quase engenheiro ISELIANO, com aquele @bração do

Zeca da Nau

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre

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Vanessa Fernandes

Julho 24, 2006

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Não pode nem deve ser só o futebol;

Esta “menina” é fogo! Mais uma vitória categórica na Taça do Mundo de Triatlo, desta vez no Canadá, reforçando a sua liderança neste difícil modalidade. Bravo, miúda!

ancmarujo.gif  Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


Zidana à cabeçada…

Julho 17, 2006

… é sempre a aviar, eh,eh,eh! Ora cliquem lá AQUI

Gentilmente furtado à nossa querida Jacki do Amorizade

  Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


Dedicado…

Julho 13, 2006

…ao meu amigo Engenheiro, João Pombal, mais conhecido aqui no meio ISELIANO pelo “Moscavide”, lampião inverterado, com aquele @bração de amizade e carinho


Zeca da Nau

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre.


A Explicação

Julho 12, 2006

Subtilmente roubada à minha querida Nina: Já está explicada a razão  da cabeçada de Zidane. Os brasileiros leram os  lábios do italiano agredido  e descobriram que Matarazzi  disse o seguinte:  – Zidane, vais jogar para o Benfica!  Um homem não é de ferro. Digo eu.

 Fale aí em baixo ou cale-se para sempre.


Bella Itália!!!

Julho 9, 2006

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


Para terminar o Mundial 2006

Julho 6, 2006


Bem, então “a pedido de várias famílias” (eh,eh,eh!) cá vai o que pensa este vosso humilde companheiro sobre o périplo luso por terras germânicas:

Esta rapaziada está de parabéns e merece todos os aplausos e elogios que lhe possamos dispensar.
O feito é notável; não nos esqueçamos que, ainda há seis anos atrás era considerado um feito de todo o tamanho sermos apurados para a fase final de um campeonato europeu ou mundial. Meditemos o que diz na sua análise o grande bloguer Pedro Guedes, do ÚLTIMO REDUTO: “…estivemos em 2000, 2002, 2004, 2006… contando consecutivamente duas meias-finais, uma final e apenas uma desgraça. Ou seja, marcamos já costumeira presença nos grandes momentos e o que acontecer no sábado é pouco mais do que irrelevante…”, portanto vamos lá com calma, um passo de cada vez para que o “edifício” se torne sólido e não caia à primeira rabanada de vento agreste.
Mas a que se deve esta evolução toda nos últimos anos? É evidente para toda a gente que acompanha o fenómeno futebol que, os Figos, os Ronaldos, os Jorges Andrades etc, não são tecnicamente melhores que os Eusébios, os Chalanas e os Humbertos Coelhos das épocas anteriores, há aqui algo ou alguém mais que fez com que este enorme salto fosse dado e é isso que importa salientar.
Quanto a mim, penso terem havido três homens de sobeja importância à frente do futebol luso: Carlos Queirós, José Mourinho e finalmente Luís Filipe Scolari.

1: A rapaziada do Professor Queirós

Carlos Queirós foi o homem que, agarrando numa molhada de miúdos verdinhos da silva, prontos a serem colocados no forno das costumeiras “vitórias morais” como desculpa para os insucessos sucessivos, não fossemos nós o país do fadinho choradinho do sofrimento perpétuo por sina, “raptou-os” e começou com paciência e sabedoria a construir um outro tipo de mentalidade no futebolista português. Engraçado que, só se começou realmente a olhar de uma forma mais atenta para este homem depois da brilhante conquista de Riade.
Carlos Queirós é o primeiro grande responsável pela mudança operada no futebol luso, ( não esquecer ainda a magnífica equipa de adjuntos: O Prof. Nelo Vingada e o Agostinho Oliveira) e a ele se deve o “mágico despertar” havido.
Logo após o Mundial da Arábia Saudita, quase em simultâneo com a lei Bosman, os jogadores portugueses (ainda miúdos) começaram a emigrar para outros países da Europa onde a realidade futebolística em comparação com a nossa, estava tão ou mais distante como Mercúrio de Plutão. Foi-se o Figo, o Fernando Couto, o Vítor Baía, etc…, a maior parte dos que, depois, constituiram a espinha dorsal da nossa selecção, trazendo para os outros que ainda não tinham saído, uma visão diferente e muito mais evoluída das coisas.

2: O F.C.Porto de José Mourinho

Trazer três jogadores do União de Leiria e fazer uma equipa que ganhou consecutivamente tudo o que havia para ganhar: Campeonato Nacional, Taça de Portugal, Taça UEFA, Liga dos Campeões, Super Taça Europeia e Taça Intercontinental…(ufa!!!) é obra.
Se ainda havia dúvidas na cabecinha de alguns jogadores portugueses que eles eram tão bons ou melhor que os ditos melhores da Europa e do Mundo, com este feito do F.C.Porto de José Mourinho acabaram de vez.
O discurso deste – “arrogante” para alguns – treinador, que tinha saltado do anonimato para as primeiras páginas dos jornais do mundo inteiro, foram mais “uma sacada de cimento” na consolidação do “edifício” da nova mentalidade que começava a imperar no futebol português.
José Mourinho ocupa hoje o lugar mais alto que qualquer treinador do mundo almeja: Treinar o Todo-Poderoso Chelsea, ponto final parágrafo.

3: Luís Filipe Scolari e o NÃO definitivo aos joguinhos baixos de interesses mesquinhos do dirigismo lusitano

Finalmente Luís Filipe Scolari, de quem já quase se disse tudo ultimamente.
Este homem, sem ter que provar nada a ninguém, chegou, viu e venceu, contra a vontade de muita gentinha cá da terra que se habituara àquela forma de estar no futebol sobejamente conhecida por todos nós.
Luís Filipe Scolari não é homem de meias-coisas; ou se ama ou se detesta, pensa com a sua própria cabeça e não cede a pressões de tipo algum, um homem com um carácter fortíssimo e uma personalidade extremamente vincada. Claro que cometeu erros, ( quem não os comete?) mas os resultados estão à vista de todos: Onze vitórias consecutivas em jogos de Mundial, uma final europeia e uma meia-final do campeonato do mundo (não chega?)
Volto a referenciar o meu querido amigo PEDRO GUEDES: “…disse o Figo que a saída de Scolari representaria um retrocesso de vinte anos. Eu, apesar das bocas ao estágio de Évora, metia mais uns quantos na contabilidade…”; Comungo completamente as suas palavras.

Agora vamos lá a falar desta última campanha:
A fase de apuramento, volto a lembrar que há seis anos atrás era uma coisa do arco-da-velha, foi passada “na boa”, sem sobressalto algum. Como soi dizer-se: Foi como limpar o rabinho a meninos. Deitou-se fora a célebre calculadora e, qual máquina trituradora, fomos por aí fora derrubando muros e papões antigos.
Na pré-época… Ó da Guarda que o homem foi fazer estágio em Évora (+ de 30º) e vai matar o pessoal porque na Alemanha aquilo até é fresquinho…
Puxa!… joguinhos de cácárácácá com uns “mija-na-escada” em vez de equipas a sério…
Tudo servia aos velhos do Restelo (Restelo…salvo seja amigo PEDRO, eh,eh,eh!) para denegrir a imagem do “Sargentão”.
Afinal…
– Na Alemanha estava um calor que até assava canas ao sol.
– E o hábito de fazer a equipa vir em crescendo (do teoricamente mais fácil ao mais complicado), viu-se que foi a tática mais correcta.

Os jogos com Angola, Irão e México foram ultrapassados com maior ou menor dificuldade mas, dava para ver que a equipa vinha a subir progressivamente e que acreditava poder ir longe.
Chegados ao tal “Mata-Mata”, seguiram-se a Holanda e a Inglaterra, jogos que coloco no mesmo saco, sabem porquê?; Porque quem venceu foi a força mental destes rapazes que não temiam nada nem ninguém, fosse qual fosse o nome e o tamanho do adversário que lhes coubesse em sorte, afinal tudo tão diferente do que era antigamente, e era essa A MUDANÇA que a selecção tinha conseguido adquirir.

Veio a França, e a sorte ( sempre necessária nestas coisas porque isto é um jogo) não esteve nunca com a selecção portuguesa, essa sorte que nos tinha acompanhado nas grandes vitórias sobre a Holanda e a Inglaterra esteve desta vez (mais uma) do lado dos gauleses, isto acompanhado por uma arbitragem duvidosa…
Aqui quero abrir um capítulo especial:
Não acredito, nem quero acreditar, em premeditações e conspirações à priori. O árbitro não esteve bem? Não!… mas daí a pensar-se e falar-se em subornos etc… não quero acreditar. O árbitro vem de um país terceiro-mundista que nem sequer esteve representado no campeonato em disputa, o que é estranho efectivamente. O que estou tentado a acreditar é que pudessem haver interesses extra-desportivos da parte dos dirigentes da FIFA (actualmente mergulhados num escândalo de corrupção a alto nível investigado pela polícia Suíça).
Colocar uma criatura destas a dirigir um jogo com esta importância tinha um objectivo real: Intintivamente um homem originário de um país pobre, habituado a curvar-se perante os senhores poderosos que o chefiam, têm a tendência natural para, em caso de dúvida, beneficiar o poderoso e prejudicar o “mais fraco” e foi isso que a meu ver aconteceu. Tivesse a penalidade (que existiu mesmo por “ratice” do francês e “azelhice” do português) acontecido ao contrário e o uruguaio sacudiria as mãos e mandava seguir o jogo.
Os grandes culpados do que aconteceu foram os senhores da FIFA e o peso insignificante que tem futebol português, aliado ao peso político mais que insignificante pela realidade de país que somos, contra uma superpotência chamada França.

No próximo sábado temo assistir a uma repetiçãodo que sucedeu ontem, por isso não queria ainda fazer esta crónica, mas o Rui Paula de Matos…OBRIGOU-ME (eh,eh,eh!) e eu pelos amigos vou até ao fim do trilho.

Um @bração daqueles
Zeca da Nau

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre