Israel não tem direito à existência como Estado

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A Bíblia é a referência para entendermos a história deste povo. De acordo com as escrituras sagradas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu um sinal de Deus para abandonar o politeísmo e para viver em Canaã (actual Palestina). Isaque, filho de Abraão, tem um filho chamado Jacob. Este luta, num certo dia, com um anjo de Deus e tem o seu nome mudado para Israel. Os doze filhos de Jacob dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egipto, porém são escravizados pelos faraós durante aproximadamente 400 anos. A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A saída do Egipto foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos peregrinam pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem à terra prometida, Canaã. Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei David. Após o reinado de Salomão, filho de David, as tribos dividem-se em dois reinos : Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo. Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão Babilónica. O imperador da Babilónia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica. No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo. Mil setecentos e quarenta anos depois!!!???… Os judeus acham-se com direito a dizer a quem lá ficou sempre: “ORA BEM, ARREDEM LÁ DAÍ PARA FORA QUE NÓS QUEREMOS FAZER AQUI O NOSSO ESTADO!!!” Tomem atenção: MIL SETECENTOS E QUARENTA ANOS DEPOIS!!!Que lata!!! Na melhor das hipóteses, e com a boa vontade de quem lá vivia, podiam quanto muito pedir a nacionalidade Palestiniana e coabitarem com o povo Palestiniano que lá viveu SEMPRE!

Imaginem agora que os Àrabes regressavam a Portugal e decidiam à força querer ocupar a terra que era deles há 800 anos!?… Havia de ser engraçado! O Estado de Israel é uma vergonha do chamado mundo civilizado ocidental, mais propriamente dos Ingleses, que enfiaram os pés pelas mãos politicamente no pós-guerra, subjugados pelo poder do capital judaico que domina o mundo, para mal de toda a humanidade. Ainda não me consigo convencer que o chamado holocausto não foi uma conspiração urdida por eles para assim, com a capa de “coitadinhos”, serem apoiados pelo mundo para a vergonha do movimento sionista e para as atrocidades que desde então e até aos dias de hoje, submeteram o povo Palestiniano. ISRAEL É UMA MENTIRA E NÃO TEM DIREITO À EXISTÊNCIA COMO ESTADO!

Disse!

( E não me venham cá chamar nazi porque os mando para um sítio feio)

( Continuo em férias mais uns dias mas não resisti a vir colocar este postal via Ciber-Café)

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27 Responses to Israel não tem direito à existência como Estado

  1. Golfinho diz:

    Escrevi o mesmo hoje…

  2. Orlando diz:

    Não é nazi, és comunista, o que é diferente. Mas o facto de seres comunista, não te dá automaticamente razão.
    O povo palestiniano só existe agora como “povo palestiniano”, porque não se consideravam como tal. Durante mais 400 anos a Palestina foi uma colónia turca, do império otomano, e sempre viveram judeus na Palestina ocupada pela Turquia, com o estatuto de Dhimmi. Os árabes que viviam na Palestina diziam-se sírios; não existia a nacionalidade palestiniana nem lhes passava pela cabeça tal coisa.
    Imaginemos que os espanhóis entravam por aqui a dentro em 1580 e os portugueses, desesperados, entravam em diáspora, errando pelo mundo. Isso retirava o direito dos portugueses errantes à sua terra? Pois é! Pimenta no “olho” dos outros é chupa-chupa.

    É preciso ler coisas, para sabermos. A ONU, em 1948, criou dois Estados: um palestiniano e outro israelita. O que é preciso fazer é que esses dois estados existam, com democracia, não obstante sabermos que os comunistas, nazis, fascistas, etc., por natureza, são inimigos da democracia representativa.

  3. Essa questão sobre a legitimidade ou não da existência do Estado de Israel é hoje obsoleta. Poderia ser colocável em 48, quando se debatia se o Estado devia ser fundado (ou refundado) ou não, mas hoje, Israel e os Israelitas estão lá. Assim como tb estão os Palestinianos.

    Concordo com o Orlando quando este diz que ambos (israelitas e palestinianos) estão condenados a entender-se. Ambos devem ter Estados viáveis (coisa que a AP actualmente não é…) e devem ser ambos Pacíficos (coisa que Israel não é, nem muitos palestianianos), esquecendo os ódios fidagais auto-alimentados.

  4. zecadanau diz:

    Ó amigo Orlando, estive quase para não responder ao teu comentário, quando no final deste colocas nazis, fascistas e comunistas no mesmo saco; Vamos lá a ver se nos entendemos:
    Não sou comunista, estás enganado e, se lesses com mais atenção o que por aí vou escrevendo, estavas há muito certo disso mesmo, no entanto, tenho grande respeito pelos comunistas, que sofreram mais mortos na guerra contra o fascismo do que os “holocaustocados” ( inventei agora) judeus.
    Quanto à Palestina, se calhar estou muito bem informado, ou informado q-b.; Volto e torno a dizer que, quem andou “pirado” durante mil e muitos anos, não tem direito a chegar e acampar como dono do acampamento, pisando tudo e todos que se atrevessem a dizer “Espera lá”.
    Espero que fique por aqui a discussão meu amigo.
    Um abraço do Zecatelhado

  5. Territorialize-se aqui o fifty-fifty…Os ódios de estimação não passam de amor cotovelar. Concordo tb com o Sr Orlando quando diz que devem conviver pacificamente. Pacificamente é sem tiroteios e já agora sem pimenta no cú do outro.. Sempre ouvi dizer q as raças deveriam se misturar, os credos, etc… se fizessem isso há muito que ninguém se lembrava quem foi Hitler ou o diabo a 4. Crescemos na diferença e não na igualdade. E continuo a acreditar apesar de haver quem diga o contrario (religião ópio do povo) que os fanatismos religiosos continuam a conspurcar a humanidade. Organizem-se sem deus. Ele anda uma beka ocupado. Continuação de boas férias Zeca da Nau. Sobre o teu livro, nestum. Já está no mercado? pergunto.

  6. Boa Memória diz:

    Não resististe, mas devias ter resistido.
    Desculpa lá a franqueza, mesmo com a desculpa de férias, o postal é uma trampa…
    Boas férias. Bom descanso. Talvez te façam bem à moleirinha…

  7. seila diz:

    oh! amigo Zé que tanto de veneno destilas, homem! aprendi que a verdade e o bem estão sempre repartidos e que a pior maneira de saber, sobretudo saber sobre homens e acontecimentos, é ter uma posição pré definida (preconceito, diria mesmo) e com ela um sentimento de pertença a um dos lados em análise. Tudo fica toldado na nossa análise. tudo. Só te escrevo porque te tenho em conta de homem de boa vontade e bons sentimentos, mas que são esses os que, por bem querer veêm só parte da questão. ora, Zé tu sabes, tão bem como eu, melhor, que a criação do Estado de Israel (e do Estado Palestiniano por acréscimo) foi muito mais do que “chegarem ali e reocuparem” sabes, também, que à altura esse estado era muito bem visto pelos movimentos “de esquerda”. que hoje a situação seja diversa não permite avaliar o que se passou no pós guerra. nem, muito menos, afirmar, que “ainda não me consigho convencer que o holocausto…” este modo de colocar dúvidas, sendo verdade que devemos sempre perguntar e pesquisar para que a História não nos seja contada só por um ângulo e por tal falseada, mas deste modo, quero eu dizer misturando tudo, querendo, para atacar as políticas de hoje de Israel colar-lhe dúvidas que colocam em questão o Nazismo e as barbaridades então acontecidas, estou convicta, em nada contribuem para esclarecer.
    Aceita o meu abraço.

  8. manel diz:

    Amigo António,
    Muito embora a tua resenha da “história da Salvação” esteja correcta e precisa, o Orlando tem razão (à parte ter-te chamado comuna, que para o caso não interessa, pois cada um é como entende e pronto!) infelizmente.
    A palestina foi território turco durante séculos, tal como o cordistão, e a península arábica. No território sempre coabitaram, desde saladino, cristãos, judeus (em menor número) e árabes.
    O Problema foi a “salganhada” que as potências administrantes (França e Inglaterra) arranjaram após a queda do império Otomano. A terem direito, têm ambos os povos. OPs ódios esbater-se-íam e a convivência seria pacífica, se ambos os estados fossem seculares, mas Israel pelo menos não é, e do lado Palestiniano o fundamentalismo também não ajuda.
    Abraço

    .

  9. Biranta diz:

    Aqui eu tinha de “dizer de minha justiça”, que é como quem diz: “a minha opinião:

    Em primeiro lugar “a história” que o amigo Zeca “conta” está longe de poder ser considerada “História”; é, tão somente “uma versão” doutrinária…
    Mas, mesmo deixando isso de lado, o Zeca tem razão. Este artigo só peca por “pouco ousado”. Os argumentos dos sionistas são intoleráveis, como é intolerável a forma, desumana, pérfida, infame, terrorista, que usaram para se apropriarem daquelas terras e para expulsarem os seus legítimos ocupantes (de há séculos).
    Pior do que isso: mesmo admitindo e aceitando que ali é a “terra prometida” aos descendentes de Abraão e Moisés, ela pertence, também por direito divino, aos palestinianos que sempre lá viveram e que são, eles sim, esses descendentes, com muito mais probabilidade do que os facínoras sionistas que foram arrebanhados, pelo Mundo, para criar, ali, uma base de gangsters, mafiosos… que é o que são os sionistas e os governantes de Israel, mais os seus “aliados” dos U.S.
    Aliás, está mais do que provado que os … continua

  10. Biranta diz:

    Desculpem mas tive de interromper por “motivos de força maior”.
    Dizia eu que:
    Aliás, está mais do que provado que os sionistas colaboraram com os nazis. Basta olhar para o que eles fazem e fizeram para o comprovar; eles (e os seus amigos facínoras que controlam a administração americana) são os herdeiros directos (com várias personagens comuns) do “legado” e dos objectivos dos nazis, bem como dos seus métodos.
    Basta olhar para os factos para perceber que os sionistas colaboraram com os nazis (e com toda a espécie de facínoras, tal como agora), mas também há registos:
    “Embracing the S.S.
    Consequently, the Zionists brought Baron Von Mildenstein of the S.S. Security Service to Palestine for a six-month visit in support of Zionism. This visit led to a twelve-part report by Joseph Goebbels, Hitler?s Minister of Propaganda, in Der Angriff (The Assault) in 1934 praising Zionism. Goebbels ordered a medallion struck with the Swastika on one side, and on the other, the Zionist Star of David. In May 1935, Reinhardt Heydrich, the chief of the S.S. Security Service, wrote an article in which he separated Jews into “two categories.” The Jews he favored were the Zionists: “Our good wishes together with our official good will go with them.”[82] In 1937, the Labor “socialist” Zionist militia, the Haganah (founded by Jabotinsky) sent an agent (Feivel Polkes) to Berlin offering to spy for the S.S. Security Service in exchange for the release of Jewish wealth for Zionist colonization. Adolf Eichmann was invited to Palestine as the guest of the Haganah.”

    Resumendo:
    O estado de Israel não tem razão de existir, não tem legitimidade nem VIABILIDADE. E nem o facto de a ONU ser outro antro de bandidos altera os factos e a implacável “lógica das coisas, do Mundo, das sociedades, da humanidade”. Israel desaparecerá, disso não tenho dúvidas. Desaparecerá porque “nasceu torto” e continua a “cavar a sua própria ruina”.

    A existência do Estado de Israel seria uma questão de há 48 anos (que ultrapassou o prazo de prescrição), se o Estado de Israel se comportasse como um Estado legítimo, respeitando as decisões da ONU e respeitando (e convivendo pacificamente) com os restantes estados, à sua volta, incluindo o Estado palestiniano.
    Mas Israel não quer isso, não se comporta como estado e nunca o irá fazer, porque “é da sua natureza”, nasceu torto.

    Se os sionistas construiram um “estado” com terrorismo, chacinas, atrocidades e banditismo, deviam saber (se tivessem capacidade para perceber alguma coisa, se não estivessem cegos pela sua perfídia, se não fossem facínoras loucos) que a organização das vítimas e a sua resistência era inevitável.
    Antes do terror dos sionistas não havia “resistência poalestiniana. E enquanto aquelas gentes permaneceram indefesas, ninguém levantou um dedo para as socorrer, para garantir o direito internacional, sequer para punir os criminosos e seus actos de terror. Por isso os próprios tiveram de se organizar e resistir como podem… É uima lei da vida e Israel não está isento… Não há promessa divina que lhe valha. O próprio Deus armará a mão dos oprimidos para punir os bandidos, disso não tenho dúvidas…
    Mas a resistência palestiniana e dos restantes povos visinhos de Israel é incentivada e “promovida” pelos sionistas, que “fabricam terroristas”:
    – mantendo presos inúmeros cidadãos palestinianos, incluindo crianças;
    – mantendo a agressão, a chacina, o extermínio e a opressão, infame, do povo palestiniano;
    – invadindo, bombardeando e chacinando outros países e povos à sua volta, como acontece agora no Líbano (sem que tenha abrandado as infâmias e actos de terror e de chacina sobre os palestinianos).
    Fabricam terroristas (e engendram actos de provocação como o rapto dos soldados), p+orque isso lhes dá o pretexto para fazerem o que “é da sua natureza”: exterminar os povos à sua volta, com especial destaque para os palestinianos.
    O problema é que já não estamos nos séculos dezassete e dezoito (quando foi possível exterminar os índios para “construir” a América – que, muito provavelmente, também terá, um dia, de ajustar contas com a história…) e hoje a humanidade quer libertar-se dessa barbárie, quer civilização e cultura e “respeito pelos direitos humanos e pelos direitos dos povos. Por isso “a missão” dos sionistas nazis é tão difícil. Mas as dificuldades irão aumentar, por obra e graça e consequência inevitável dos actos dos próprios sionsitas nazis…
    Portanto, quem mantém actual a questão da ilegitimidade do Estado de Israel são os próprios sionistas.

    Não adianta os neo-cons, neo-nazis actuais (que vestem roupagens de sociais democratas e outros “cratas” ou “ismos”) “ladrarem à voz do dono” e tentarei justificar o injustificável.
    A história é implacável, não perdoa… e Deus (a humanidade) também não!

    Já viram algum sistema facínoras sobreviver aos seus crimes!
    Quem semeia ventos, colhe tempestades.

  11. O problema do direito à existência ou não do estado de Israel é, a meu ver, secundário quando confrontado com a natureza desse estado. O problema maior é a própria definição de «estado judaico», que contraria todas as normas democráticas actualmente aceites no soit disant «mundo ociental». Porque, a entendermos como legítima a existência dum estado confessional judaico, teríamos igualmente que considerar normal a criação dos estados islâmicos, dos estados católicos, budistas, e por aí adiante. Ora, porra, estamos no século XXI, e desde a Revolução Francesa que a separação entre a(s) igreja(s) e o Estado se tornou um pilar civilizacional. Portanto, mesmo admitindo a possibilidade de Israel poder existir como nação, não posso, de modo algum, aceitar um «estado judaico». Por outro lado, aceitar a «legitimidade histórica» de Israel com base no facto de há 1400 anos eles (os judeus) terem tido ali a sua pátria parece-me igualmente ridículo. A ser assim, teríamos de aceitar como legítima uma eventual pretensão dos sucessores do Califado de Córdova para a re-instalação, em Portugal e Espanha, de um estado muçulmano. Para já não dizer que, levado às últimas consequências, esta linha de pensamento obrigaria à entrega da América do Norte aos índios (o que até nem era nada má ideia), do Brasil aos ianomani, e por aí adiante. No final, só se salvariam os japoneses, que são o estado mais antigo do mundo…
    Em resumo: pragmaticamente, aceito a possibilidade de o estado de Israel continuar a existir, mas apenas SE, de uma vez por todas, estiver disposto a respeitar os seus vizinhos. E também SE deixar de ser um «estado judaico» para passar a ser apenas (e já não é pouco) um «estado semita» – já que, como sabe toda a gente menos os sionistas, semitas são tanto os árabes como os judeus. Ora, como sabemos, nada disto alguma vez sucedeu.
    Por isso não é de estranhar que haja quem, como o Irão, defenda a extinção pura e simples do estado de Israel. Porque, de facto, como diz o Biranta, «quem semeia ventos colhe tempestades». E a procissão ainda só vai no adro…
    Um abraço, Zeca. E que não te doa a tecla!

  12. Bem visto, com direito a destaque no Linha da Frente

  13. diz:

    Temos como ponto assente, entre os humanos de bom senso, que os terroristas no médio oriente tiveram como percursores os Judeus “sionistas”.

    Que o digam os Ingleses ao tempo potência ocupante.

    Mas eu cidadão inculto interrogo-me e interrogo, quem deu aos Judeus a prerrogativa de serem o “povo eleito” .
    Acaso todos os Hitler ao longo da história, não reclamaram para si esse condão?

  14. tuga diz:

    Entre uns e outros venha o diabo e escolha

  15. Temos tido algumas divergências de pontos de vista mas neste estamos inteiramente de acordo. E como conheci durante vários anos uma comunidade judaica de belgas radicados no ex-Congo Belga, continuo tal como aliás já havia escrito num post que o holocausto afinal não foi suficientemente eficaz para lhes acabar com a raça, uma vez que esta gente
    além de ser racista, tem a mania da superioridade. Mas pretendo apenas para terminar
    avisar-te que tens um desafio lançado no congeminações. Aquele abração do Raul

  16. augustoM diz:

    A História Bíblica foi uma boa ideia, contudo, contada de modo muito benevolente.
    Ainda um dia vou publicar a história destes Hebreus, que nem Sumérios souberam ser, quanto mais súbditos dos Egípcios. Se há povos com uma história que feda, a deles deve ser a campeã. Quanto a Israel, só pode ser visto como o braço armado do patrão Bush no Médio Oriente. Se pensarmos bem, é ali que os Americanos têm as suas bombas atómicas mais avançadas no terreno.
    Um abraço e continuação de boas férias. Augusto

  17. Orlando diz:

    Caro Zeca,

    Se morreram mais comunistas (não eram comunistas, eram russos) que os judeus no holocausto, o comunista (este sim) Estaline matou mais russos (7 milhões) que os nazis liquidaram judeus.

    É preciso ver as coisas com ambos os olhos. Por mim, a conversa fica por aqui, e de forma definitiva.

  18. Biranta diz:

    O que me provoca sisma é essa mania de “contar os mortos” do passado, para fundamentar opiniões. Alguém pensará que os mortos virão “testemunhar” a seu favor. Ora façam favor… Ou será que, para algumas pessoas, isto é uma competição: “ganha o prémio” quem matar mais e por isso é necessário continuar a matar, sem olhar quem? Já chega de mortos e de atrocidades! Não há mortos do passado que possam “justificar” as atrocidades de hoje
    O que conta são os actos de agora, as vítimas de agora e o que pudermos fazer para evitar mais vítimas, para que o Mundo se torne realmente civilizado… Não creio que os mortos do passado possam ajudar (muito menos os seus assassinos, sejam eles quem forem)

  19. ceolino diz:

    Venho felicita-lo pelo facto de tão abertamente escrever o que muitos têm medo de dizer. o ‘Estado’ Israelita é uma aberração, ele nunca existiu, ´não foi conquistado, não foi construido a não ser nos ultimos 50 anos á custa do terror, do terrorismo, do sangue de muitos .
    Quero tb sublinhar que embora seja grande parte da culpa da situação existente no médio oriente atribuida a Israel, existem outros culpados nomeadamente os interesses Americanos e Ingleses na região assim como a fraqueza de uma organização, a ONU, por não conseguir alterar ou pelo menos liderar no sentido de resolver este problema.

  20. Joaquim Moreira diz:

    Caro amigo,
    Não sei como lhe hei-de começar a responder tanta é a sua ignorânica que necessitava de um livro para lhe contar, resumidamente, a História de 5.000 anos de História e do povo Judeiu.
    Abraão é o patriarca no qual judeus, cristãos e muçulmanos se reconhecem. Os eu filho Isaac casou com Rebeca sobrinha-neta de Abraão. Isaac e Rebeca tiveram dois filhos gémeoa, Esáu e Jacob. Quando Rebeca perguntoua Deus porq ue razão, antes de nasceren, eles “lutavam no seu ventre”, o Senhor respondeu: “Duas nações estão no teu seioi: dois povos sairão das tuas entranhas”.
    A história continua até que Jacob – neto de Abraão – continuou a viver na terra de Canãa que deus tinha prometido ao seu avô. A certa altura, Deus diz a jacob: “Chamas-te Jacob; mas de futuro já não te chamarás Jacob e o teu nome será Israel. ” Assim nasceu o nome pela qual o povo judeu era conhecido, as doze Tribos de Israel – os descendentes dos doze filhos de Jacob. foi-lhes dado o nome de israelitas, membros da Casa de Israel. Canaã passou a ser a Terra de Israel e em 1948 o Estado Judeu recebeu o nome de Israel.
    Cumprimentos

  21. ferreira diz:

    ONDE ESTIVERES, SENÃO PUDERES, POR FAVOR DIZ-NOS COMO ESTAS, ESTAS BEM, DE SAUDE ? ESTAS DOENTE ? OU OUTRA COISA ?

    POR FAVOR TENS MUITOS AMIGOS QUE QUEREM SABER O QUE SE PASSA CONTIGO.

    SE NAO PUDERES DIZ A ALGUEM PARA NOS DIZER E TRANQUILIZAR.

    OS AMIGOS NÃO DESAPARECEM POR OBRA DO ESPIRITO SANTO..DIZ DUAS PALAVRAS.

    SEM PALAVRAS

  22. sidinei diz:

    o ze sou obrigado a dizer que voce fala como os lideres dos paises arabes que sao os maiores culpados do que acontece hoje na terra de canaa e em todo oriente medio nao sou a favor da politica dos estados unidos mas esses lideres condenan os seu povo a um total analfabestimos e escondem se atras de argumento relgiosos para se manter no poder por que eles sabem que o dia que o povo tiver as mesmas chances que nos temos de ter liberdade religiosa e politica eles serao obrigados a dividir o poder e perder grande parte de suas riqueza e poder absoluto por isso les enfiam na cabe;a do povo que politica e religiao sao a mesma coisa e criam suas guerras e seus conflitos com esse eslogam, voltando ao assunto anterior se voce observar que quando criaram os estados de israel e da palestina nehum palestino foi expulso de sua terra e nem de seu estado foram os arabes usando os palestinos e arabes que come;aram a expulsar os judeus que ficaram do seu lado territorial apesar de este serem poucos e tambem de outros paises arabes ao redor de israel onde judeus conviviam em paz com outros povos,e se nao bastasse declaram guerra ao estado de israel simultaneamente guerra essa na qual em todas as suas tentivas eles foram derrotadas por isso nao considero que israel invadil terras ele as conquistou numa guerra em que os arabes iniciaram eu te pergunto se fosse ao contrario os arabes devolveriam essas terras seja elas do pais que fosse para nao dizer que o motivo e so por que e israel e obvio que nao entao que nao devolveriam . e acrescentando a palestinas nunca foi estado teve sua chance e fzeram o que fizerem mas uma vez impolgados pela guerra santa de seu lideres, no mais se israel tivesse que devolver alguma terra teria que ser para quem ele as tomou como por exemplo o territorio da cisjordania que era da jordania faixa de gaza do egito e golam a siria e o estado original de israel sempre que nao esteve no comando judaico em poder de potencias com inglaterra , e os imperios que o governaram suscesivamente de uma olhada no bairro judaico de jerusalem la voce vera que sempre teve um grande numero de judeus em que la sempre viveram ali , voces devem parar de olhar somente o lado dos palestinos temos que mostrar imparcialidade foram eles proprios que os colocarao nesta situa;ao e sao eles que nao respeitam as outras religioes pois destruiram o templo o antigo TEMPLO DE DEUS E CONSTRUIRAM UMA MESQUITA NO LUGAR E NAO SASTIFEITOS TIVERAM A CORAGEM DE DESTRUIR O TUMBA DE JOSE VOU PARAR POR AQUI POIS NAO CONSEGO ENTEDER COMO AS PESSOAS SO VEIM U LADO DA HISTORIA NO MAIS PARABENIZO O POVO JUDEUS EOS QUE VIVEM EM HARMONIA COM ELES PELA POR SEREM TRABALHADORES POR PLANTAREM NO DESRTO POR TRANSFORMAR AGUA SALGADA EM AGUA DOCE E POR RESPITAREM UNS AOS OUTROS E RESPEITAR OUTRAS CREN;AS RELIGIOSAS O CERTO SERIA ELES DESTRUIREM AS MESQUITAS E RESCONSTRUIR O TEMPLO JERUSALEM SE QUER EXISTE NO LIVRO SAGRADO DOS MUL;UMANOS

  23. luiz diz:

    vejam se neste site ha algo de resposta a tudo isso ???? http://www.reistenciabr.org

  24. junior diz:

    Lembre-se do que Deus diz do “vermezinho de Jacó”: “Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito” (Dt 7.6-8).

  25. junior diz:

    “Não temas, ó vermezinho de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o Senhor, e o teu Redentor é o Santo de Israel” (Is 41.14).

    Uma promessa maravilhosa! Mas onde, como e quando esta ajuda para Israel pode ser encontrada hoje? Talvez, com os EUA? Não! Ou talvez com Deus, que permitiu o Holocausto e deixou ocorrer a “intifada” (rebelião dos palestinos)? Os inimigos, cegos de ódio, não poupam nenhum sacrifício, nem a própria vida para espezinhar o “vermezinho de Jacó” e provocar uma “solução final” para poder estabelecer o chamado Estado Palestino. E isso em Eretz Israel (a terra de Israel)! O mundo sem Deus prefere crer numa mentira histórica, ao invés de crer na Palavra de Deus eternamente válida.

    Lembremo-nos mais uma vez do que Deus diz do “vermezinho de Jacó”: “Porque tu és povo santo ao Senhor, teu Deus; o Senhor, teu Deus, te escolheu, para que lhe fosses o seu povo próprio, de todos os povos que há sobre a terra. Não vos teve o Senhor afeição, nem vos escolheu porque fôsseis mais numerosos do que qualquer povo, pois éreis o menor de todos os povos, mas porque o Senhor vos amava e, para guardar o juramento que fizera a vossos pais, o Senhor vos tirou com mão poderosa e vos resgatou da casa da servidão, do poder de Faraó, rei do Egito” (Dt 7.6-8).

    Do “vermezinho de Jacó” brotou Davi, o “Meleque (= rei) de Israel”, que escolheu ser pequeno e humilde diante de Deus. Pela graça de Deus ele pôde subir ao “trono de Davi” como rei terreno e precursor do eterno Rei da Paz, Jesus Cristo.

    Deus não escolhe quem busca poder, status e fama. Pelo contrário: “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes” (1 Co 1.27). Esse é um princípio divino, que se estende por todo o Plano de Salvação.

    “Palestina”, como Israel é chamado por muitos hoje, é uma designação falsa, pois essa palavra é uma derivação de “pelishtim” ou “Filístia”. Na verdade Israel foi oprimido temporariamente pelo “povo do mar”, os filisteus, mas os conhecedores da Bíblia sabem que Davi acertou as contas com Golias e os filisteus foram vencidos. Em tempo algum a terra de Israel pertenceu aos filisteus ou aos palestinos. Os moradores da terra, antes que Israel a ocupasse, foram as gerações dos cananeus: “Canaã gerou a Sidom, seu primogênito, e a Hete, e aos jebuseus, aos amorreus, aos girgaseus, aos heveus, aos arqueus, aos sineus, aos arvadeus, aos zemareus e aos hamateus; e depois se espalharam as famílias dos cananeus. E o limite dos cananeus foi desde Sidom, indo para Gerar, até Gaza, indo para Sodoma, Gomorra, Admá e Zeboim, até Lasa” (Gn 10.15-19), e a terra se chamava Canaã. “Habitou Abrão na terra de Canaã; e Ló, nas cidades da campina e ia armando as suas tendas até Sodoma” (Gn 13.12). Depois que Ló havia se separado de Abraão, este recebeu novamente uma confirmação da parte de Deus: “Ergue os olhos e olha desde onde estás para o norte, para o sul, para o oriente e para o ocidente; porque toda essa terra (Canaã) que vês, eu ta darei, a ti e à tua descendência, para sempre” (Gn 13.14-15).

    Quando Israel entrou em Canaã, Josué recebeu a ordem divina: “Moisés, meu servo, é morto; dispõe-te, agora, passa este Jordão, tu e todo este povo, à terra que eu dou aos filhos de Israel. Todo lugar que pisar a planta do vosso pé, vo-lo tenho dado, como eu prometi a Moisés” (Js 1.2-3). Depois de quarenta anos de peregrinação pelo deserto, a terra de Canaã foi a pátria de Israel durante 1.500 anos até a destruição do templo no ano 70 d.C. Então Israel foi espalhado entre os povos – até que no ano de 1948, foi-lhe novamente concedida uma pátria por decisão da ONU, mas com a imposição (infeliz) de dividi-la com os árabes.

    Mas de onde vem, então, o nome Palestina? O imperador romano Adriano, que odiava os judeus e os cristãos, deu esse nome à terra no ano de 135 d.C., com a intenção de que não se fizesse mais referência “ao nome Judéia de Israel”. Assim foi cunhado o falso nome “Palestina” e ele ficou sendo usado desde então. Infelizmente, até as sociedades bíblicas aceitaram essa falsa denominação e a usaram nos mapas em diversas Bíblias: Palestina, ao invés de Canaã.

    Aqueles que atualmente se chamam de palestinos são árabes, sejam eles muçulmanos ou cristãos. No fundo a polêmica atual entre árabes e judeus (Israel) não é um problema étnico nem político, mas um problema religioso. E por isso, na verdade, somente a Bíblia pode mostrar o caminho certo para a solução do conflito.

    Israel (= Jacó) é uma designação que se refere tanto ao povo como também à terra. Povo e terra formam uma unidade inseparável. Desta forma, a terra deve pertencer aos palestinos, ou seja, aos árabes? Jamais, pois o próprio Deus garante que ela pertence a Israel. As nações deveriam prestar atenção àquilo que Deus diz do Seu “vermezinho Israel” e como Ele o protege: “Porque aquele que tocar em vós toca na menina do seu olho” (Zc 2.8b).

    A história trágica de Israel mostra que desde o início da sua existência foi oprimido continuamente por poderes inimigos e até ameaçado pelo holocausto. Holocausto significa extermínio em massa, extinção, solução final do problema judeu. Isso já começou antigamente no Egito com Faraó, que tentou dizimar os hebreus. Mas tão certo como Faraó e seus exércitos se afogaram no Mar Vermelho, também Deus acertará as contas com os atuais inimigos de Israel. Naquele tempo ainda era um único inimigo que ameaçava a Israel, hoje são as nações. Desde 1948 Israel foi envolvido em cinco guerras, às quais sobreviveu vitoriosamente. Hoje um dos seus principais inimigos, que usa pedras, punhais e bombas, está bem no meio do seu território. Contra isso é difícil usar tanques, ou aviões. Por meio de guerras e atos terroristas morreram milhares de israelenses desde a fundação do Estado, e a desejada paz desvanece cada vez mais para o “vermezinho de Jacó”. Altos dignitários da política vêm a Israel e se atrevem a dar “bons” conselhos e exortações, dizendo que os judeus deveriam ceder territórios. Mas nada nem ninguém anula as promessas que Deus deu a Jacó: “Disse-lhe Deus: O teu nome é Jacó. Já não te chamarás Jacó, porém Israel será o teu nome. E lhe chamou Israel. Disse-lhe mais: Eu sou o Deus Todo-Poderoso; sê fecundo e multiplica-te; uma nação e multidão de nações sairão de ti, e reis procederão de ti. A terra que dei a Abraão e a Isaque dar-te-ei a ti e, depois de ti, à tua descendência” (Gn 35.10-12). Mas nem o povo como um todo nem o governo se firma nessa promessa, e infelizmente segue o caminho da “angústia de Jacó”, conforme Jeremias 30.7-10: “Ah! Que grande é aquele dia, e não há outro semelhante! É tempo de angústia para Jacó; ele, porém, será livre dela. Naquele dia, diz o Senhor dos Exércitos, eu quebrarei o seu jugo de sobre o teu pescoço e quebrarei os teus canzis; e nunca mais estrangeiros farão escravo este povo, que servirá ao Senhor, seu Deus, como também a Davi, seu rei, que lhe levantarei. Não temas, pois, meu servo, Jacó, diz o Senhor, nem te espantes, ó Israel; pois eis que te livrarei das terras de longe e à tua descendência, da terra do exílio; Jacó voltará e ficará tranqüilo e em sossego; e não haverá quem o atemorize”.

    Nosso coração anseia por isso! A nossa oração sempre deve ser que, sem demora, Israel seja conduzido ao encontro do destino que Deus planejou para ele! Para isso é preciso ter fé baseada nas Escrituras e perseverança, não se deixando determinar pelo mal e pelo que é atualmente visível, mas sim, firmando-se nas imutáveis promessas de Deus!

    Deus o chama de “vermezinho de Jacó”. O Israel moderno – e “vermezinho de Jacó”, será que isso combina? Ou Deus deveria fazer uma correção e mudar-lhe o nome? Com essa humilde terminologia divina ofenderíamos Israel diretamente. No máximo, esta expressão talvez possa ser engolida nas piadas judaicas ou no humor do escritor satírico israelense Ephraim Kishon. Israel se orgulha dos seus progressos tecnológicos. E não só por isso, pois em todas as áreas os judeus realizam coisas inovadoras. Por exemplo, em tempo recorde eles criaram um jardim florido e belas cidades nas areias do deserto. Não se consegue enumerar tudo o que eles estão conseguindo e realizando. E nós nos admiramos e nos alegramos com o seu sucesso, e naturalmente também porque foram vitoriosos nas cinco guerras, das quais se viram obrigados a participar. E se houver guerra novamente, Israel está preparado – e como!

    Contudo, falta o essencial ao povo de Deus hoje: a confiança no Deus de seus pais Abraão, Isaque e Jacó. Israel quer ser como todos os outros povos e esquece o seu Deus. Por isso, hoje em dia, há medo e perplexidade por toda parte. Alastram-se a anarquia e a imoralidade em Israel como acontece nas outras nações. No Knesset (Parlamento) ninguém se levanta e chama ao retorno para o Deus dos pais. Para onde isso vai levar? Para a “angústia de Jacó”, a Grande Tribulação. Só se pode implorar: “Senhor, tenha misericórdia deles e abrevie esse tempo!” O próprio Deus é fiador da salvação e do renascimento de Israel, que o Messias, Yeshua, Jesus Cristo, trará. Então se cumprirá o que está escrito: “Eu, o Senhor, te chamei em justiça; tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e luz para os gentios” (Is 42.6). Por isso: nós, que amamos o judeu Jesus, formemos uma muralha de orações ao redor do “vermezinho de Jacó”! Assim o problema com os vizinhos de Israel, hoje ainda inimigos, estará resolvido: “Bendito seja o Egito, meu povo, e a Assíria, obra das minhas mãos, e Israel, minha herança” (Is 19.25b).

    Com absoluta certeza o “vermezinho de Jacó” pode contar com a ajuda do Senhor, pois seu Redentor, o próprio Santo de Israel, comprometeu-se com Sua promessa: “Desposar-te-ei comigo para sempre; desposar-te-ei comigo em justiça, e em juízo, e em benignidade, e em misericórdias; desposar-te-ei comigo em fidelidade, e conhecerás ao Senhor” (Os 2.19-20).

    Naquele tempo, segundo o direito judaico, o noivado era bem mais significativo do que nos costumes do Ocidente. Um casal de noivos ficava comprometido um com o outro, pois o noivo pagava um dote por ocasião do noivado. Com isso o acordo estava selado. Em que consiste o dote em relação a Israel? “Em justiça, em juízo, e em benignidade e em misericórdias… e em fidelidade!” Qual é o fundamento de um noivado? Evidentemente é o amor! Além disso, o Senhor ainda lhes deu Seu Filho unigênito. Portanto, o que mais Israel pode esperar de Deus? Encontramos a resposta em Romanos 11.29: “Porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” e: “se somos infiéis, ele permanece fiel, pois de maneira nenhuma pode negar-se a si mesmo” (2 Tm 2.13).

    Deus cumpriu Seu juramento e continua cumprindo-o. – E Israel? “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam” (Jo 1.11). E: “Não queremos que este reine sobre nós” (Lc 19.14b). Que tragédia para a própria desgraça! Que grande ofensa a Deus e a Seu Filho! Como deve ter sido dolorosa para Eles a recusa desse amor! Ouvimos como um lamento: “Estendi as mãos todo dia a um povo rebelde, que anda por caminho que não é bom, seguindo os seus próprios pensamentos” (Is 65.2). Por isso Israel ainda tem de passar pelo juízo redentor, pois Deus diz por meio de Samuel: “Se, porém, não derdes ouvidos à voz do Senhor, mas, antes, fordes rebeldes ao seu mandado, a mão do Senhor será contra vós outros, com foi contra vossos pais” (1 Sm 12.15). – “Eis que a mão do Senhor não está encolhida, para que não possa salvar; nem surdo o seu ouvido, para não poder ouvir. Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.1-2).

    Poderíamos continuar jogando sobre Israel muitas outras passagens bíblicas que falam de condenação. Esta é a nossa tarefa? De maneira nenhuma! Isso não compete a nós! Nesse sentido nos chama a atenção a insistente exortação do apóstolo Paulo: “Não te ensoberbeças, mas teme. Porque, se Deus não poupou os ramos naturais, também não te poupará” (Rm 11.20b-21). Por acaso será que nós temos sido continuamente fiéis ao Senhor? Infelizmente, não! Somos nós melhores do que o “vermezinho de Jacó?” De modo algum! É vergonhoso constatar que o anti-semitismo não se alastra apenas nos círculos políticos, mas até em igrejas isso tem acontecido – e contagiado membros de grupos cristãos.

    Desde a escolha de Israel, como povo de propriedade de Deus, o inimigo tem sempre procurado destruí-lo. Ele costuma usar dirigentes políticos como Hitler, Nasser, Kaddafi, Yasser Arafat, mas também a imprensa de esquerda. O Holocausto começou com Faraó. Na peregrinação pelo deserto foi o rei Balaque que usou os serviços do renomado adivinho e “vidente” Balaão. Este era uma sumidade no terreno do ocultismo. Balaão deveria amaldiçoar Israel por meio de suas temidas maldições mágicas, o que falhou apesar de diversas tentativas. Contra a vontade de Balaque e Balaão, ao invés de maldição, esse falso profeta teve de pronunciar as mais gloriosas palavras de bênção: “Benditos os que te abençoarem, e malditos os que te amaldiçoarem… uma estrela procederá de Jacó, de Israel subirá um cetro” (Nm 24.9b e 17a).

    A história de Israel, em muitos trechos, é uma história de sofrimentos trágicos. Finalmente houve na Suíça e em alguns outros países uma disposição para rever a História e ressarcir danos materiais às vítimas do Holocausto e seus descendentes, e se fala de revisar o passado. Mas além disso também seria importante revisar a História de Israel, sua origem e suas promessas como são ensinadas em escolas e universidades. Para isso, porém, seria necessário estudar a Bíblia! Como, entretanto, as nações e seus dirigentes estão cegos e não têm mais compromisso com a Bíblia, continuam presos à velha e antiga culpa, que é impossível de ser reparada com quaisquer bens materiais. Ninguém pode resgatar sua culpa por meio de ouro ou dinheiro! Deus não aceita nenhuma negociação de indulgências. A Palavra de Deus diz que as nações se tornaram cegas: “obscurecidos de entendimento, alheios à vida de Deus por causa da ignorância em que vivem, pela dureza do seu coração” (Ef 4.18).

    Alguém que odiava os judeus perguntou a um velho judeu:

    “O que você pensa que acontecerá com o seu povo se nós continuarmos perseguindo vocês”? O judeu respondeu: “Haverá um novo feriado para nós!” “O que você quer dizer com isso?”, perguntou o outro, “como vocês podem ter um novo feriado se continuarmos perseguindo vocês?” O velho judeu disse: “Veja bem, Faraó quis nos exterminar – e nós recebemos um feriado: a Páscoa! Hamã quis enforcar Mordecai e exterminar todos os judeus – e nós recebemos um novo feriado: Purim! Antiôco, o rei da Síria, quis exterminar os judeus. Ele ofereceu um porco ao deus Júpiter no templo – e Israel recebeu outro feriado: Hanucah! Hitler quis nos exterminar – e nós recebemos mais um feriado: Yom Ha’atzmaut, o Dia da Independência! Os jordanianos ocuparam Jerusalém Oriental durante 19 anos, impedindo-nos de orar no Muro das Lamentações, até que, no ano de 1967, nossos soldados libertaram Jerusalém Oriental. Desde então festejamos anualmente o Yom Yerushalaym, o Dia de Jerusalém! E caso continuarem nos perseguindo, receberemos mais feriados da parte de Deus!” E o velho judeu tem razão!

    Esta história continua sendo escrita: Israel receberá outro feriado. O monumento já foi levantado. No mundo inteiro só existe um único monumento a uma guerra que ainda não aconteceu. Qualquer um tem a oportunidade de vê-lo em Megido, e a placa indicativa diz que, de acordo com Apocalipse 16.16, Deus reunirá as nações para a guerra em Armagedom. Mas não somente isso. Também se cumprirá Zacarias 14.12 assim que os inimigos de Israel atacarem Jerusalém, e a sentença está lavrada: “Esta será a praga com que o Senhor ferirá a todos os povos que guerrearem contra Jerusalém: a sua carne se apodrecerá, estando eles de pé, apodrecer-se-lhes-ão os olhos nas suas órbitas, e lhes apodrecerá a língua na boca.” Por causa das armas químicas, esse cenário apocalíptico se torna compreensível. Mas nós cremos na promessa divina: “Porque eu sou contigo, diz o Senhor, para salvar-te; por isso, darei cabo de todas as nações entre as quais te espalhei; de ti, porém, não darei cabo, mas castigar-te-ei em justa medida e de todo não te inocentarei” (Jr 30.11).

    Da mesma maneira Deus procedeu com os israelitas na Pérsia. O livro de Ester relata uma história estranha, que soa como um conto de fadas das mil e uma noites. A vida majestosa e cheia de pompa do Oriente e as intrigas que faziam parte da corte real da Pérsia são descritas de maneira muito realista: uma grande parte de Israel não conseguia se decidir a obedecer aos profetas, Isaías e Jeremias, para deixar a Babilônia e voltar para a sua terra, embora a ordem do Senhor fosse clara: “Saí da Babilônia, fugi de entre os caldeus” (Is 48.20a), e “Saí do meio dela, ó povo meu, e salve cada um a sua vida do brasume da ira do Senhor” (Jr 51.45). O período de 70 anos de cativeiro no exílio, conforme os profetas haviam anunciado, estava no fim. O templo deveria ser novamente edificado em Jerusalém e os sacrifícios reinstituídos. Mas os judeus que haviam ficado não mostraram nenhuma vontade nesse sentido. Obviamente eles preferiram se assimilar e se acomodar na terra próspera onde se encontravam. Aí se manifestou novamente a desobediência obstinada: “Mas o meu povo não me quis escutar a voz, e Israel não me atendeu. Assim, deixei-o andar na teimosia do seu coração; siga os seus próprios conselhos” (Sl 81.11-12). Isso teve por conseqüência inevitável: “Mas, porque clamei, e vós recusastes; porque estendi a mão, e não houve quem atendesse; antes, rejeitastes todo o meu conselho e não quisestes a minha repreensão, também eu me rirei na vossa desventura, e, em vindo o vosso terror, eu zombarei” (Pv 1.24-26).

    Esta não é uma séria advertência para nós? Quem pensa que sabe tudo melhor e persiste na teimosia, traz sobre si infortúnio e infelicidade. Foi a grande misericórdia de Deus que fez com que Ele, assim mesmo, aceitasse Seu povo desesperado e o salvasse para a Sua honra. A Sua misericordiosa providencial protegeu o resto do povo do aniquilamento total, e Ele também o fará no futuro! A decisão de Hamã de exterminar os judeus e enforcar Mordecai foi frustrada pelo corajoso ato da Hadassa (= Ester). “Se morrer, morrerei”! Com essa decisão corajosa ela não apenas frustrou o plano de Hamã, mas também do rei, agindo em favor do seu povo. E Hamã experimentou o dito: aquele que prepara uma forca para Israel será pendurado nela!

    Mas hoje, quem tem coragem de falar a favor de Israel? Aquele que abençoa Israel será abençoado! Em memória do maravilhoso livramento da mão de Hamã, Israel festeja a cada ano, no dia 14 de adar, a Festa de Purim. Todavia, o dia de grande alegria ainda está por vir, pois Isaías anuncia ao “vermezinho de Jacó”: “Em lugar da vossa vergonha, tereis dupla honra; em lugar da afronta, exultareis na vossa herança; por isso, na vossa terra possuireis o dobro e tereis perpétua alegria” (Is 61.7). (Burkhard Vetsch –

  26. anaqueiroz diz:

    que o nosso bom Deus. guarda ao vermizinho de jacó; para onrar o nosso Deus;

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