Palavras para quê?…

Julho 31, 2006

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…Uma anedota destas só mesmo num país anedótico.

  Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


O Plano do Eixo falhou!

Julho 30, 2006

O eixo U.S.A.-Israel-U.K. falhou rotundamente. A entrada das tropas Sionistas pelo Líbano dentro era o “isco” que tentaria fazer entrar na “arena” a Síria e o Irão, só que o plano deu “bufa” e agora…

Agora, o eixo vai ter que descalçar a bota em que enfiou a patorra, vamos ver como.

Os E.U.A., estão desgastados e enfiados num molho de bróculos no Iraque

O U.K. sem força nem apoio interno

Chegou o momento do Estado Terrorista Judaico arcar com as despesas maiores, já que na invasão do Iraque o plano do eixo ordenava que estes ficassem muito quietinhos à espera da segunda leva, e isto não está fácil.

Os Iranianos e os Sírios não são burros, pois é!


O Encontro em Santarém

Julho 30, 2006

Imperiais motivos de ordem familiar impediram a minha ida a mais um encontro poético desta grande comunidade, com muita pena minha, foi-me mesmo inteiramente impossível estar presente, ainda para mais quando foi lançado o livrinho da qual também eu faço parte. Espero que tenha corrido tudo bem. Eu voltarei na terça-feira à vossa companhia.

Um @bração do

Zeca da Nau


À grande Fernando Santos!

Julho 27, 2006

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Dedicado ao meu amigo Moscavide, “quase engenheiro ISELIANO, com aquele @bração do

Zeca da Nau

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


Inventem o diálogo

Julho 26, 2006

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Deixa-se o diálogo entre o papagaio e o dono à imaginação de cada um.

Fale aí em baixo ou cale-se para sempre


Mais Um Soberbo…

Julho 25, 2006

...artigo do MELHOR BLOGUE português da actualidade, “O JUMENTO“. Com a devida autorização não resisto a republicá-lo aqui:

A FEIRA DA LADRA DA INFORMAÇÃO

A semana passada, preocupados em identificar as motivações e a lógica de actuação de Sócrates em relação à oposição e à sua política de marketing em geral no quadro da sociedade portuguesa, escrevemos três editoriais sobre a Estratégia de Comunicação de Sócrates. Foram publicados, estão comentados e registados no Jumento. O Macroscópio e, porventura, outros espaços de análise na blogosfera, também se dedicaram ao assunto, com mais ou menos profundidade sociológica e politológica. Esta última edição do jornal de referência de Balsemão, o Expresso, referiu-se ao assunto com um artigo titulado: “Como Sócrates condiciona a informação”. Achámos piada… Naturalmente, não vamos aqui nem escalpelizar o assunto nem contribuir para a sua promoção. Contudo, cabe sublinhar algumas derivas que consideramos relevantes para a sociedade da informação:

1. Os jornais influem na opinião ao escolher notícias a publicar em vez de outras, ampliando um facto e omitindo outro;

2. Graças ao relevo dado a certo tema a imprensa escrita pode provocar ondas de emoção ou despertar reacções de interesses que agitem, momentaneamente, a opinião;

3. Daí a enorme importância de que se reveste hoje a veracidade da informação e a forma como ela é recolhida e tratada do ponto de vista analítico;

4. Sendo que o interesse está em conquistar a atenção quer da Pub. (que gera milhões de receitas e paga os salários aos jornalistas) quer em seduzir o leitor – desde o mais azafamado ao mais indiferente, condimentando com picantes a notícia que pode já ter sido tratada uma semana antes. E quem diz uma semana, diz 6, 5, 4 dias… ou até de véspera. Daqui decorre que não estejamos a sugerir, ainda que subtilmente, que o dito semanário navegue por alguma blogosfera, faça um apanhado do melhor pescado e depois regresse a casa com o trabalho, a ciência, as canas e as redes de pesca alheias. Creio que eles já fazem isso, omitindo, claro está, as fontes. Excepto quando o blog é o do Pacheco Pereira, do Vital Moreira e tutti quanti. Nesses casos, não vão os destinatários ficarem magoados, os cuidados aumentam e seus blogs são devidamente referenciados. Mas na generalidade dessa “pescaria” (novo pishing) as fontes que cuidaram desses temas em 1ª mão – até com mais ciência, precisão e acutilância – são cirurgicamente ocultadas. Pergunto-me porquê??? Todos nos perguntamos, certamente!!! Depois de ter meditado nas razões que motivam alguns jornalistas a fazer o que fazem, pescando com as canas e as redes alheias aparecendo depois com o pescado na lota como se fossem os verdadeiros pescadores, chego a algumas conclusões:

1) Independentemente da informação jornalística veiculada pelos jornais – que hoje já vai perdendo para a blogosfera devido à expansão das Tecnologias da Informação e da Comunicação/TIC potenciadas pela Internet, o velho circuito da informação (com o emissor-receptor) quebrou-se, visto que a opinião forma-se a maior velocidade no dia-a-dia, e tendo por origem fontes mais diversas (designadamente, a blogosfera) que, pela sua natureza, dispara o “tiro” da informação e análise mais rápido do que os jornais, mesmo os ditos ou que se dizem de referência, apesar de alguns nem títulos saberem fazer, como no caso de uma entrevista a Freitas do Amaral há cerca de 3 meses…

2) Isto leva-me a supor que existe já uma espécie da “Feira da ladra da informação”, v.q., muitos são já os jornalistas que consomem dos blogs problemáticas e linhas de análise que depois reproduzem mais ou menos disfarçadamente nos locais onde trabalham como se estivessem, na realidade, a burilar aquela mestela pela 1ª vez.

3) Daqui decorre o chamado “Mercado negro da opinião pública”. Lugar também muito frequentado por rumores, boatos e outros “produtos jornalísticos” de difícil comprovação e se dizem, à boca pequena, pseudomistérios recortados por pequenos, médios e grandes segredos envenenando situações, atitudes e reputações. Daqui não resulta que fixemos a ideia pela qual quase todos os jornalistas andam a “pescar” coisas dos blogs para depois confeccionarem os seus pratos. Mas em inúmeros casos as coincidências – no espaço, no tempo e nos temas – são de estranhar. Seja como fôr, e sem querer pormo-nos aqui em bicos de pés, até porque nem precisamos, assim como há jornalistas e jornalistas também há blogs e blogs. E em alguns deles não deverá escapar o estudo mais atento dessas jogadas, dessas nuances com vista a desmontar a papinha do TPC (Trabalho Para Casa) plagiada por certos jornalistas – como também para compreender mais eficazmente como se (re)forma a dita opinião pública. Será caso para dizer, sendo curioso isto ocorrer por causa da “Estratégia de Comunicação de Sócrates” (que nos mereceu três artigos a semana passada, sublinho), que nós, aqui, não acreditamos em bruxas, mas que elas existem…

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Ó Chefe, você é uma merda que não vale a ponta de um corno!

Julho 24, 2006

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O Governo diz que se limitou a cumprir a lei na aplicação da reforma compulsiva a dois dirigentes sindicais do Sindicato de Profissionais da Polícia. O secretário de Estado da Administração Interna defende que a decisão tem por objectivo punir declarações graves que foram proferidas. ( Via TSF )

Zeca da Nau: Ora então obrigadinho ó senhor ministro ex-PCP, estava a ver que não havia uma cabecinha pensadora neste governo que me ajudasse a resolver a situação; Eu estou farto de trabalho e só pedia a todos os santinhos que me reformassem o mais rápido possível, já tenho os antigos 36 anos de descontos para a Previdência que davam direito não há muito tempo à reforminha completa mas… tramaram-me e tenho que chupar mais 14 agora!?… Tenho?!… TINHA!… O camarada ministro das polícias lá descobriu como é que se faz: MANDA-SE A CHEFIA PARA UM SÍTIO FEIO, EM PÚBLICO, E… ASSUNTO RESOLVIDO!

Ó chefe, você até é boa pessoa, mas amanhã vai ouvir as que não gosta aqui do je, ponto final.

Claro que depois de ser reformado na hora, convido-o para ir beber umas jolas e comer uns rissóis de camarão (muito quentinhos) na tasca da Ti Emília.

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